Filosofando com o filme…

Olá galerinha linda, como vocês estão? Eu estou ótima!

Minha mãe saiu correndo para o trabalho e acabou levando o carregador do meu celular e logo ele descarregou. Então procurei um filme, algo pra assistir já que faz um tempinho que não faço isso. Assisti o filme “Comer Rezar Amar”, confesso que estava fugindo um pouco de filmes romantiquinhos e que envolvesse muito sentimento, não que esse filme seja.  Vou dar uma prévia sobre o filme e dizer o que eu achei e filosofar um pouco, acho que nesse caso tenho direito afinal o filme é sobre uma Jornalista.

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“Elizabeth (Julia Roberts) descobre que sempre teve problemas nos seus relacionamentos amorosos. Um dia, ela larga tudo, marido, trabalho, amigos, decidida a viver novas experiências em lugares diferentes por um ano inteiro. E parte para a Índia, Itália e Bali, para se reencontrar numa grande viagem de auto conhecimento. ”

Bom foi um filme que mexeu bastante comigo, afinal só quem passa por uma situação semelhante entende a dificuldade de deixar de lado as lembranças, a conformidade da presença do outro. Nós sofremos bastante pois alicerçamos na simples ideia de não estarmos sozinhos e muitas vezes jogar um relacionamento pro alto é algo extremamente complicado, são sentimentos e pessoas com fragilidade.

Um ponto em comum é que ela escreve e eu sempre gostei de escrever e por um bom tempo deixei  de lado os textos pois algo me faltava, precisava sentir alguma coisa que não fosse solidão e saudades. Nós idealizamos demais as nossas vidas e as coisas normalmente não podem ser todas programadas. O resultado de tudo isso gera uma baita decepção, frustração e até culpa pela ilusão de acreditar que controlamos totalmente as nossas vidas, quando na verdade é preciso muito mais que planos para realizar as coisas que tanto almejamos.

Liz passa o tempo todo em busca de parar de se culpar e encontrar o seu equilíbrio. Com o tempo ela começa a praticar atitudes boas, aprende a pensar de forma positiva, a carregar em sua mente apenas o necessário e mandar toda a preocupação e o medo embora. Começa a amar o mundo, sorrir sem o peso da solidão e culpa. Mesmo amando mais as pessoas ao seu redor não conseguia voltar a acreditar no amor e dar uma nova oportunidade de amar, não conseguia renunciar o orgulho, que muitas vezes aparenta nos proteger de qualquer coisa que tente nos atingir. E ao final ela entende que perder o equilíbrio no amor faz parte de uma vida equilibrada. No amor ainda que haja desentendimentos que é normal por serem seres diferentes e únicos, precisamos dar o braço a torcer e não desistir fácil um do outro. Afinal uma coisa é certa ” Ninguém sobrevive sem amor”.

“Tem que aprender a escolher seus pensamentos da mesma forma que escolhe suas roupas todos os dia, trabalhe sua mente é a única coisa que deve controlar porque se não dominar seus pensamentos terá problemas sempre.”

Espero ter despertado a curiosidade de vocês, o filme é muito bom. Te faz refletir sobre muitas coisas, situações que acabamos passando muito diariamente, nos ajuda a ver o quanto é preciso não cuidar apenas do físico mas também da parte de dentro, do que temos guardado no nosso coração. Se assistirem deixem aqui em baixo a opinião de vocês, se já assistiram também. Me indiquem mais filmes para assistir,  aquele super beijo e até a próxima!!

Facebook : Ingrid Smitty   Twitter : @_Inoliva   Instagram: Inolivaa   Snap : Inoliva

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2 comentários sobre “Filosofando com o filme…

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